Consultoria em Logística e Cadeia de Suprimentos
Não basta movimentar carga. É preciso ter prazo, custo e qualidade sob controle – todos os dias.
A Plena diagnostica a operação logística de ponta a ponta – recebimento, estoque, expedição, transporte e gestão de fornecedores – e desenha um projeto prático para reduzir atrasos, quebras de fornecimento e custo oculto. Atuamos lado a lado na implantação, com rotina de gestão diária, indicadores claros e data de entrega definida.
Para quem é
Indústrias, distribuidores e operadores logísticos que sofrem com variabilidade de entrega, falta de padrão no armazém, fornecedores instáveis ou operação que só funciona quando o dono está presente.
O que entregamos
- Diagnóstico da cadeia de suprimentos e dos gargalos de lead time;
- Redução da variabilidade de fornecimento e aumento da confiabilidade de entrega;
- Gestão e desenvolvimento de fornecedores, com critérios objetivos de seleção e auditoria;
- Avaliação de maturidade de operadores logísticos (3PL) e plano de evolução;
- Organização da operação (5S, fluxo, endereçamento e rotina diária);
- Projetos Lean / Seis Sigma aplicados a estoque, picking, transporte e nível de serviço.
- Resultado esperado: operação mais previsível, menos apagão, mais lucro – e o empresário fora do “modo bombeiro”.
As quatro camadas
1. O compromisso com o cliente – o combinado foi cumprido?
- OTD: só prazo;
- Fill rate / In-Full: só quantidade (declare se é peça, linha ou pedido — os três dão números diferentes);
- OTIF / DIFOT: prazo e quantidade no mesmo pedido. Não é a média dos dois; pedido atrasado ou incompleto zera. Meta típica em indústria 88–95%; autopeças 94–97%;
- Pedido perfeito: OTIF + sem avaria + documento certo. Quatro taxas de 94–99% viram ~87% quando se multiplicam.
2. Variabilidade do processo – o sistema é estável?
- CV do lead time (σ ÷ média): <15% estável, 15–30% atenção, >30% instável.
- P90 / P95: o prazo que realmente precisa estar no plano. No exemplo da planilha, média 13,9 dias e P90 18,7 — o “imposto da incerteza” são ~5 dias de buffer.
- Nervosismo da programação: quantas vezes quantidade ou data mudam no D-7 (típico em autopeças / Odette-VDA).
3. Fidelidade do plano – o plano vale?
- Aderência à zona congelada (world-class ≥95%). OTD alto com aderência baixa significa que o time expede e mascara o caos;
- Acurácia da previsão em WAPE (não MAPE solto) no lag = lead time de compra, mais o viés;
- Aderência ao MRP e ao S&OP (volume e mix separados).
4. Custo da imprevisibilidade – quanto o caos custa?
- % de urgências / expedite (meta prática <10% nos críticos);
- Frete extra;
- Dias de estoque de segurança imputáveis ao CV de LT;
- Horas paradas por falta de material.
Suporte a sistemas já instalados (ou a serem instalados):
- WMS (Warehaouse Management Sistem) – Gestão de Armazém;
- TMS (Transport Management Sistem) – Gestão de Transporte;
- YMS (Yard Management Sistem) – Gestão de Pátio;
